VERDE QUE TE QUERO VERDE



DESTRUIÇÃO DAS FLORESTAS
‘Ainda que a expulsem com um forcado, a Natureza voltará a aparecer.’
Horácio (65-8 a.C.), Epístolas, I, 10.

Certa vez, o filósofo italiano Umberto Eco (O nome da rosa), nascido em 1932, foi convidado a falar sobre tecnologia para um importante jornal norte-americano, sobre qual era a invenção mais importante do homem no último milênio. Surpreendentemente, sua resposta não foi a internet, o computador, a televisão ou o antibiótico.
Para ele, a maior inovação do homem foi o domínio das técnicas de agricultura, que custou centenas de anos para serem controladas e consolidadas e possibilitaram que o homem europeu vencesse, além da fome, as pestes que se alastravam na Idade Média, uma delas a temida peste negra que assolou os europeus e foi uma das causas para o declínio do feudalismo.
No século XV, os homens usavam cavalos para puxar o arado, mas o arreio colocado no pescoço dos animais era tão mal projetado, que acabava asfixiando o pobre quadrúpede.
Quando o dono do cavalo era menos ignorante, liberava-o de vez em quando, prevendo que o bicho não agüentaria puxar o peso. Além disso, o animal tornava-se inútil em pouco tempo, pois seu casco gastava-se muito rapidamente. Quando o homem medieval inventou a ferradura e um tipo de arreio que não interrompia o fluxo respiratório dos cavalos, a agricultura tornou-se tão promissora, como nunca fora antes na história.
Estamos chegando ao verdadeiro ponto que desejo abordar.
Curioso mesmo é analisar a antonímia que esta revolução causou ao homem: enquanto proporcionou inicialmente o desenvolvimento humano, posteriormente levou boa parte das florestas mundiais à extinção, devastadas pela busca incessante por pastagens e novas áreas para a agricultura. Podemos chegar à conclusão que derrubar árvores é mais fácil que derrubar vilas inteiras.
Basta observar nos livros didáticos que a Idade Média foi marcada por uma ligação telúrica do homem, seu trabalho estava veiculado as práticas agrícolas com o uso do arado e a taxas abusivas empreendidas pelos senhores feudais, percebam que estou traçando uma linha do tempo para compor esta postagem, tenho que me basear em determinado momento histórico para que possam compreender a gravidade da situação em que nos encontramos.
Até a segunda metade do século XX, a destruição das florestas do mundo nunca fora um assunto tratado com o cuidado adequado, com o enfoque, hoje claramente perceptível, necessário.
Isso, sem mencionar a poluição de rios e mares, acúmulo de lixo urbano sem tratamento, entre outros. Durante centenas de milhares de anos, desde o surgimento dos primeiros hominídeos, a natureza foi recebendo, gradualmente, um tratamento indiferente.

A partir dessa época, vieram pela primeira vez à tona problemas que poderiam colocar em risco a própria existência humana na Terra, por exemplo a escassez de água ou a qualidade do ar que se respira. Alguns grupos, entre os quais o Greenpeace, fundado em 1971, no Canadá, vêm lutando contra a devastação da natureza, e por sorte ganhando espaço na mídia internacional para vencer essa batalha.

Alguns notórios homens também desempenharam fundamental papel em defesa das florestas, rios e mares, entre eles Jacques Yves Cousteau (1910-1997), um oficial da marinha francesa, depois de explorador e pesquisador da vida no mar.

No entanto, mesmo sabendo dos problemas que surgirão como conseqüência pelo desleixo no tratamento com a natureza, por que as florestas do mundo ainda continuam sendo destruídas?
Basicamente, pode-se afirmar que existem duas motivações para os homens invadirem os territórios verdes: as causas econômicas e psicológicas.
No grupo de causas econômicas, as florestas são derrubadas para que se possa vender a madeira, extrair os minérios do subsolo e para ampliar a área disponível para a agricultura.
Quando se fala em causas psicológicas, pode-se pensar em razões nacionalistas, estratagemas para ocupação de espaços ainda inexplorados e o desejo veemente de vencer a natureza, a verdadeira força motriz, o dínamo natural, que guiou os navegadores através dos oceanos e vêm traçando o caminho dos engenheiros para conceber projetos a cada dia mais ousados.

Seja como for, o erro da destruição das florestas não é um erro moderno. Suas sequelas podem sim ser tratadas como ‘males modernos’, mas as causas são tão antigas quanto o processo de aperfeiçoamento daquilo que Umberto Eco qualifica como ‘a mais importante invenção humana’. As queimadas, por exemplo, foram utilizadas pelos portugueses no século XV, nas ilhas Canárias, e pelos ingleses no século XIX, na Nova Zelândia.

Além do fim da vasta vegetação, o homem ‘civilizado’ também provocou, em todos os locais onde as florestas caíram, a dizimação de animais e a mudança dos nativos ‘selvagens’ que lá viviam, causando um êxodo campestre que incharia as metrópoles, principalmente dos países subdesenvolvidos. Tudo em prol do progresso. Mas que progresso é esse?

As florestas têm a função reguladora do clima do planeta. Se forem reduzidas a cinzas, certamente as conseqüências atmosféricas, por exemplo o temido efeito estufa, irão comprometer a vida na Terra. Euclides da Cunha (1866-1909), grande escritor brasileiro nascido em Cantagalo, Rio de Janeiro, passou quase um ano no norte do Brasil, participando de uma comissão que decidia a delimitação fronteiriça entre o Peru e o Acre, em 1905. Ele escreveu em À Margem da História (1909), um livro póstumo: ‘O homem ali é ainda um intruso impertinente. Chegou sem ser esperado nem querido, quando a natureza ainda estava arrumando o seu mais vasto e luxuoso salão. E encontrou uma opulenta desordem.’


VERDE QUE TE QUERO VERDE

A menos que você, caro leitor, não tenha nascido e vivido em qualquer oásis na faixa delineada pelo trópico de Câncer, na África Setentrional, entre Dakhla, no Marrocos e, o lago Nasser, no Egito ou no Oriente Médio, ou em regiões polares, certamente você sentirá falta da visão verde que enche os olhos de alegria.
Contudo, mesmo que a paisagem desértica seja inóspita e cruel para o desenvolvimento da vida, foi justamente por conta da escassez de verde que os povos dessas regiões desenvolveram uma relação amistosa com a natureza.

Nas verdade, tudo começou há cerca de 210 milhões de anos, quando todos os continentes hoje conhecidos agrupavam-se numa única grande massa de terra, chamada de Pangéia, que em grego significa ‘todas as terras’.
Nessa época em decorrência das transformações que a Terra sofria, este supercontinente foi dividido em dois outros, chamados de Gondwana – que compreendia a atual África, América do Sul, Austrália e Antártida – e Laurásia que era a união da América do Norte, Europa e Ásia.
O homem ainda não existia em nenhum dos planos, sejam estes divinos ou científicos. O mundo era dominado pelos dinossauros e as plantas primitivas se pareciam com as atuais palmeiras. Muito tempo se passou até que, há apenas cerca de 3 milhões de anos, os continentes chegaram a sua forma atual.

A vida vegetal na Terra desenvolveu-se com muita facilidade. Há cerca de 45 milhões de anos, as florestas tropicais estendiam-se por quase toda a superfície do planeta. Cientistas chegaram a encontrar grãos de pólen fossilizados de florestas tropicais em Londres, no oeste dos Estados Unidos e até mesmo no Alasca. Com alterações na topografia e no clima do planeta, as florestas foram empurradas para latitudes menores.

Mesmo depois do aparecimento no homem no mundo, as grandes florestas ainda cobriam boa parte das faixas de terra, regulando o clima do planeta e abrigando diversas espécies de animais. Com a propagação descontrolada da raça humana, o que se viu foi uma destruição maciça do verde, em tempo recorde.
O que a natureza precisou de milhões de anos para construir, o homem reduziu a cinzas em, no máximo 20 séculos, sendo que a maior parte da destruição concentrava-se  certamente a partir do século XV. O paradoxo que surgiu recentemente entre vida e destruição, analisando eventuais componentes de dependência entre um e outro – aquilo que se chama de ecossistema – forçou a realização de estudos sobre o avanço do desmatamento das florestas

A partir da análise de imagens de satélite, os cientistas puderam comprovar recentemente que as florestas tropicais estão desaparecendo rapidamente, geralmente devido à extração irracional de madeira. Os índices mais amplamente aceitos dão conta de que a taxa de destruição é cerca de 154 mil quilômetros quadrados por ano – equivalente a 35 quarteirões por minuto, ou dois campos de futebol por segundo.

Até o final do século XX, o sudeste asiático e a África já haviam perdido metade de suas florestas tropicais. A América Central ficou com apenas 30% de suas matas originais. Os casos mais graves de degradação concentram-se no Haiti, que já dizimou 98% de suas florestas, nas Filipinas, com 97% de destruição de área verde nativa, e Madagascar, com 95% a menos de natureza e a mais de asfalto e concreto, como diz aquela música tema do filme de mesmo nome que por sinal é muito divertido, I like to movet it, realmente os habitantes de Madagascar tem que se remexer para enfrentar esse problema.

No Brasil, a Mata Atlântica foi o primeiro ecossistema a entrar em contato com os colonizadores portugueses. Por conta dessa infelicidade, sofreu as conseqüências da ação dos que com a mesma não possuíam qualquer vínculo e aqui não tinham interesse, a não ser a exploração predatória. Desde o início, com objetivos puramente ligados à extração de ricos minerais para engordar os cofres dos parasitas monarcas europeus, a Mata Atlântica foi sendo gradualmente destruída.

Em 1993, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), órgão governamental vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a Fundação SOS Mata Atlântica, ambas instituições brasileiras, apresentaram os resultados de um minucioso estudo sobre os desmatamentos no litoral brasileiro, do Oiapoque, no norte, ao Chuí, no sul, comparando imagens feitas por satélite entre 1985 e 1990. O resultado foi de estarrecer: em apenas cinco anos, foram eliminados mais de meio milhão de hectares de Mata Atlântica, o equivalente a aproximadamente 400 campos de futebol de matas destruídas por dia.

Atualmente, a Mata Atlântica sobrevive em apenas cerca de 8% de sua área original e, mesmo assim, ainda ameaçada. É considerada o segundo conjunto de ecossistemas mais ameaçado do planeta, só perdendo para as quase extintas florestas de Madagascar.



OS TIPOS DE FLORESTAS

A área total da Terra coberta por florestas é de aproximadamente três bilhões e 866 milhões de hectares, deixem-me esclarecer melhor esses números, um hectare equivale a cem ares; um are é o mesmo que cem metros quadrados, o que corresponde a quase um terço da área terrestre do mundo. Noventa e cinco por cento dessa porção florestal é composta por florestas naturais e, apenas 5% de florestas plantadas.

A distribuição mundial é: 17% se encontram na África, 19% na região da Ásia e do Pacífico, 27% na Europa, 12% na América do Norte e 25% na região da América Latina e Caribe.

Existem quatro tipos de florestas: as tropicais, as subtropicais, as temperadas e as boreais. No mundo todo, cerca de 56% das florestas do mundo são tropicais, 11% temperadas e 33% boreais.

As características que qualificam uma floresta como tropical são a temperatura e a pluviosidade, que geralmente são elevadas. Habitualmente registra-se um mínimo de 27 graus Celsius e a pluviosidade fica entre quatro e dez mil milímetros por ano. São fundamentais para a regulagem do clima da Terra, pois evitam a exposição dos solos e espécies que vivem na sombra, ao vento, à luz solar, à evaporação de rios e mares e à erosão, que acelera a sedimentação em barragens, leitos de flumes e em zonas costeiras, além de causar enchentes.

As florestas temperadas podem ser qualificadas como uma subcategoria das florestas tropicais. A diferença reside no clima, que torna-se mais sazonal, com períodos de calor e frio mais definidos e na pluviosidade, que apesar de haver chuvas prolongadas, mantêm o nível entre mil e quatro mil milímetros por ano. Tais florestas estão um pouco mais afastadas da linha do Equador, tanto para baixo quanto para cima, mas não se distanciam muito a ponto de se tornarem boreais.

As florestas boreais concentram-se em regiões frias, por exemplo o norte da Europa, da América do Norte e da Ásia. Tem como vegetação característica a tundra e nem mesmo o frio as impede de sofrer com o desmatamento.

Uma das principais conseqüências da devastação das florestas, diz respeito às alterações climáticas na Terra. As negociações do Protocolo de Quioto, realizado em dezembro de 1997, sobre as mudanças do clima global, além de determinar limites de emissão de dióxido de carbono na atmosfera para os países desenvolvidos, dedicaram uma atenção especial às florestas.

As florestas influenciam e são influenciadas pelas mudanças climáticas, desempenhando um papel importante no ciclo global do carbono. Sus exploração sem controle pode afetar de forma significativa o curso do aquecimento global a partir do século XXI.


COP 15 – Que decepção

Para que pudesse se transformar em um acordo das Nações Unidas, o texto deveria ser adotado por unanimidade pelos 193 países presentes na conferência.

Em entrevista à Globo News, o ministro do Meio Ambiente,Carlos Minc, criticou o acordo. "O resultado foi um dos dias mais tristes da minha vida" , disse, atacando os Estados Unidos e a direção dinamarquesa da conferência. 

"O texto deixa muito a desejar", disse, alegando que pelo menos houve avanços na questão do controle do aumento da temperatura do mundo e na questão das florestas, que foram incluídas no acordo . Segundo ele, os Estados Unidos são os grandes responsáveis pelo que chamou de "fiasco" . "É difícil", disse.


 Acordo de mínimos
O texto estava sendo negociado desde quinta-feira (17) e foi fechado na sexta-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Ele praticamente invadiu uma reunião com dirigentes de China, Índia, África do Sul e Brasil (grupo batizado de Basics).



Trata-se de um acordo de mínimos, após o fracasso de 12 dias de negociações em Copenhague para conseguir um texto ambicioso que suceda o Protocolo de Kyoto, o único tratado que obriga 37 nações industrializadas a reduzir suas emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros cinco gases-estufa .



O acordo, de caráter não vinculativo, está muito longe das expectativas geradas em torno da maior reunião sobre mudança climática da história, e não determina objetivos de redução de gases do efeito estufa.

No entanto, estabelece uma contribuição anual de US$ 10 bilhões entre 2010 e 2012 para que os países mais vulneráveis façam frente aos efeitos da mudança climática, e US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para a mitigação e adaptação. Parte do dinheiro, US$ 25,2 bilhões, virá de EUA, UE e Japão . Ninguém sabe quem vai bancar o resto.
 
Intenções

Este acordo, uma carta de intenções elaborada na véspera pelos chefes de Estado e de governo de 30 países industrializados, emergentes e em desenvolvimento, foi apresentado durante a madrugada ante o plenário da conferência. 

"O fato de 'reconhecer' dá um estatuto legal suficiente para que o acordo seja ooperacional sem a necessidade de uma aprovação pelas partes", explicou Alden Meyer, diretor da ONG americana Union of Concerned Scientists. 

Muitos países admitiram que o conteúdo do acordo é insuficiente , mas o aceitam como meio de fazer a negociação avançar.


O texto se chocou com a oposição de um núcleo radical de países - Cuba, Venezuela, Bolívia e Sudão - que ameaçava sua adoção, obrigatoriamente por consenso, depois de uma noite de duros debates.

A conferência da ONU varou a madrugada discutindo a carta de intenções proposta na véspera pelos Estados Unidos, China, Índia, África do Sul e Brasil. 

 Críticas
O texto do acordo também estabelece que os países deverão providenciar "informações nacionais" sobre de que forma estão combatendo o aquecimento global, por meio de "consultas internacionais e análises feitas sob padrões claramente definidos". 

O acordo final, costurado de última hora pelos líderes mundiais, foi considerado o "pior da história" , segundo o delegado do Sudão, Lumumba Stanislas Dia-Ping, cujo país preside o G77, que reúne os 130 países em desenvolvimento. 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no entanto, qualificou o compromisso de significativo, embora insuficiente . "Não é suficiente para combater a ameaça da mudança climática, mas é um primeiro passo importante", declarou ele antes de deixar Copenhague.


Como Obama, muitos países admitiram que o conteúdo do texto alcançado é insuficiente, mas aceitaram o documento como uma forma de fazer avançar na negociações, tirando o processo do estancamento. 

"Um passo à frente é muito melhor do que um passo atrás", afirmou o representante da Noruega. 

 Frustração 


Antes do anúncio do acordo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confessou sua frustração em relação às negociações e garantiu que o Brasil está disposto a fazer sacrifícios para financiar os países pobres. 

"Vou dizer isso com franqueza e em público, o que não disse ainda em meu próprio país, que sequer disse a minha equipe aqui, que não foi apresentado nem diante de meu Congresso. Se for necessário fazer mais sacrifícios, o Brasil está disposto a colocar dinheiro para ajudar os outros países ". 

Lula condicionou a contribuição a um sucesso concreto em Copenhague: "Estamos dispostos a participar nos mecanismos financeiros se alcançarmos um acordo sobre uma proposta final nesta conferência".


Mas o "acordo" que saiu é uma carta de intenções, com conteúdo mínimo, e mesmo assim sem consenso. 

Indubitavelmente, a destruição descontrolada das florestas mundiais é um dos maiores erros da humanidade, pois coloca em risco a própria existência humana.
O homem age como um vírus, um parasita, que consome o ambiente em que se hospeda até que os recursos definhem, levando-o a procurar novas fontes de subsistência. Mas se um dia as florestas acabarem? Na lua? No subsolo? O ser humano viverá um dia como as marmotas?

Marmota foi o que a humanidade fez ao longo do tempo com as florestas, com o verde que inundava a visão com cores alegres e que necessitava cada vez mais de amparo.
Um estudo estimou que seriam necessários três trilhões de dólares por ano para controlar o efeito estufa, que se tornaria mais grave com o fim da floresta.

Para os megaexecutivos do século XXI, treinados nas melhores escolas, nas melhores universidades do mundo, será que ainda há o que pensar sobre a relação custo/benefício entre manter uma floresta ou destruí-la?   

2 comentários:

  1. Gostaria de receber este texto por e mail se possivel para um trabalho da faculdade UFF- vamos falar sobre o progresso a ambição e a devastação att, laiszaidan@gmail.com

    ResponderExcluir
  2. Oi Laís, bem-vinda ao site. Pode deixar que enviarei o texto para o seu email, só peço que coloque os devidos créditos do site em seu trabalho. Espero que volte sempre, a cada mês um novo artigo completo sobre algum fato histórico.

    Fraternalmente,

    Randerson Figueiredo.

    ResponderExcluir

Os comentários passam por um sistema de moderação, ou seja, eles são lidos por mim (Randerson Figueiredo) antes de serem publicados. Não serão aprovados os comentários:
- não relacionados ao tema do post;
- com pedidos de parceria;
- com propagandas (spam);
- com link para divulgar seu blog;
- com palavrões ou ofensas a pessoas e situações;

OBS: Se você caro leitor quiser material deste blog para pesquisa ou outra finalidade basta entrar em contato comigo preenchendo o formulário que fica na parte superior no canto direito desta página com o nome FORMULÁRIO DE CONTATO, que o mais rápido possível entrarei em contato com você.