EDWARD DE VERE, MAIS CONHECIDO COMO WILLIAM SHAKSPEARE.



Serpe roupou nãopão serper: eispeis apa quespestãopão
Soproferper ospos darpardospos epe sepetaspas depe
Umpum ulpultrapajanpantepe fapadopo,
Oupou topomarpar aspas arpamaspas conpontrapa umpum
Marpar depe capalapamipidapadespes,
Paparapa pôrpôr-lhespes fimpim, repesispistinpindopo?

Ser ou não ser: eis a questão
Sofrer os dardos e setas de um ultrajante fado,
Ou tomar as armas contra um mar de calamidades,
Para pôr-lhes fim, resistindo?

(Hamlet – William Shakspeare)  

É meus caros leitores, começo a postagem com o clássico trecho de Hamlet, em que ele questiona: ser ou não ser.
E é justamente deste assunto que vou tratar, e explicar que William Shakspeare era um nobre senhor chamado Edward de Vere, um conde de Oxford, mais precisamente, o 17º conde de Oxford e que o verdadeiro William Shakspeare era um analfabeto de marca maior.

William Shakspeare, o grande poeta e dramaturgo britânico, é geralmente reconhecido como o maior escritor de todos os tempos.
Existem grandes discussões sobre sua identidade, que obviamente será tratada aqui neste espaço, mas há total concordância sobre seu talento e suas realizações.

Shakspeare escreveu pelo menos 36 peças de teatro, incluindo obras-primas como Hamlet (cuja citação abre a postagem), Macbeth, Rei Lear, Júlio César e Otelo, um vasto conjunto de sonetos, ao todo 154, e alguns poemas mais longos.
Parece não haver contestação do destaque de Shakspeare entre todos os autores literários. Relativamente poucos lêem, nos dias atuais as obras de Chaucer, Virgílio ou mesmo de Homero, exceto quando se trata de obrigação como por exemplo dever de escola.

Entretanto, um espetáculo que apresente uma das peças de Shakspeare certamente terá grande audiência, um exemplo disso é a peça teatral Macbeth com Renata Sorrah(Lady Macbeth)  e Daniel Dantas(Macbeth) que faz um grande sucesso.
Sua capacidade de construir frases harmoniosas não tem paralelo. Além disso, sua popularidade não representa uma moda passageira.

Suas obras vem dando prazer a espectadores e leitores há quase quatro séculos.
Apesar de ter escrito em inglês, ele realmente se classifica como personagem mundial.
Contudo, há muito tempo existe controvérsia com relação à identidade de quem escreveu sob esse nome.

O ponto de vista ortodoxo afirma que ele foi um certo William Shakspeare, nascido em Stratford-on-Avon em 1564 e que lá morreu em 1616.
Só que avaliando alguns livros e olhando com cuidado os argumentos dos céticos e os contra-argumentos dos ortodoxos, cheguei à conclusão de que os céticos ganham a discussão e tem provas altamente razoáveis.

A maioria das provas indica “William Shakespeare” como o pseudônimo usado por Edward de Vere, o décimo sétimo conde de Oxford, e que William Shakspere (ou Shaxpere, ou Shakspeyr, ou Shagspere, ou Shaxbere: o nome da família era escrito de várias maneiras em Stratford, mas quase sempre sem o primeiro e; era, portanto, pronunciado de maneira bem diferente – com um a curto – da que se pronuncia Shakspeare) era simplesmente um comerciante próspero cujos negócios o levavam a Londres, mas que nada tinha a ver com a criação das peças teatrais.

Não estou aqui sugerindo que Edward de Vere fosse um escritor fantasma para Shakspeare, a quem teria sido atribuída na época a fama pelas peças.
Durante sua vida, Shakspeare nunca foi considerado o autor e nunca pretendeu ser.
A idéia de que Shakspeare ser o grande autor William Shakspeare só circulou em 1623, sete anos depois de Shakspere morrer! Quando foi editado o primeiro livro com suas peças.

Os editores incluíram no prefácio material indicando fortemente que o homem de Stratford-on-Avon era o autor.
Para poder entender por que não é verdade que Shakspere fosse o autor, torna-se necessário em primeiro lugar apresentar a versão ortodoxa de sua biografia, que é a seguinte, de forma resumida claro:
O pai de Shakspere, John, havia sido bem próspero mas passou por um período difícil e o jovem William foi criado num ambiente de precaridas financeiras, apesar disso foi aluno da Escola Elementar de Stratford onde estudou latim e literatura clássica.
Quando tinha dezoito anos, causou a gravidez de uma jovem chamada Anne Hathaway. Casou-se como de direito e ela deu à luz alguns meses mais tarde. Dois anos e meio depois, tiveram gêmeos; assim, William precisou sustentar uma mulher e três filhos antes de completar vinte e um anos de idade.

Não se tem conhecimento de suas atividades ou paradeiro durante os seis anos que se seguiram, mas, no início da década de 1590, estava em Londres como membro de um grupo teatral. Era um ator de sucesso e logo passou a escrever peças e poesia.
Por volta de 1598 já estava sendo aclamado como o amior de todos os escritores ingleses, vivos ou mortos.

Shakspere ficou em Londres cerca de vinte anos, durante os quais escreveu pelo menos 36 peças de teatro, 154 sonetos e alguns poemas mais longos.
Em alguns anos ficou próspero e em 1597 conseguiu comprar uma residência valiosa, New Place, que significa, Lugar Novo em Stratford.

Estranhamente nada publicou das grandes peças teatrais que estava escrevendo. Editores inescrupulosos percebendo seu valor comercial publicaram edições piratas de quase metade, ele soube do ocorrido, mas nada fez para corrigir a situação.
Por volta de 1612 quando tinha 48 anos parou subitamente de escrever, voltou para Stratford e retomou a vida com a mulher. Morreu em abril de 1616 e foi enterrado no pátio da igreja; a pedra sobre sua suposta sepultura não tem seu nome. Três semanas antes de morrer preparou um testamento, deixando a maior parte da herança para Susanna, sua filha mais velha.

Bem, até aqui nada de anormal não é verdade? Mas essa é mera conjectura de biógrafos ortodoxos, pois por exemplo, não existe documentação que comprove o fato dele ter sido aluno da Escola Elementar de Stratford, da mesma forma nenhum estudante ou professor jamais confirmou ter sido colega ou mestre do famoso escritor, cuja carreira do ator também não tem evidências.

Só que se olharmos com bastante atenção e examinarmos com cuidado e ir atrás das pistas desta história, aponta grandes problemas.
1º - Pouca informação sobre a vida de Shakspere, muito menos do que seria vamos dizer assim normal em se tratando de um autor mundialmente conhecido, até mesmo porque ele não morava em um lugar remoto, distante de tudo, mas na Inglaterra durante o reinado da rainha Elizabeth, uma era bem documentada, visto que o Johannes Gutemberg já havia criado a imprensa e claro já haviam máquinas de impressão e o material escrito era comum e muitas pessoas sabiam ler e escrever. E tem mais, milhares de documentos daquela época ainda existem. E o mais curioso é que um exército de estudiosos passou três gerações procurando dados e pesquisando informações sobre o gênio literário mais famoso do mundo e tudo o que se conseguiu encontrar foi cerca de três dúzias menores e nenhuma delas descrevendo-o como poeta ou dramaturgo!
2º - Sabe-se mais sobre a vida de Francis Bacon, da rainha Elizabeth, de Bem Jonson ou Edmund Spencer e até de um poeta menor, como Jonh Lyly, do que sobre a vida de Shakspere.
3º - O contraste com Isaac Newton, o principal gênio científico da história, é curioso. Existem muitos milhares de documentos originais referentes a Newton (como Shakspere nasceu numa pequena cidade da Inglaterra, ainda que setenta e oito anos depois dele!). Contudo temos muito mais informações sobre Galileu (nascido no mesmo ano que Shakspere), sobre Miguel Ângelo (oitenta e nove anos antes, rsrsrs) ou mesmo, sobre Bocaccio (que nasceu em 1313), e sobre William praticamente nada.
4º - Outra questão é o fato de, durante os anos que passou em Londres, o grande dramaturgo ter permanecido virtualmente invisível. Shakspere aparentemente morou cerca de vinte anos em Londres (1592-1612), mas não se consegue encontrar um único dado referente à possibilidade de alguém ter visto pessoalmente o grande ator e escritor. 

O mais curioso é que se alguém encontrasse em Londres  com o famoso ator Richard Burbage ou encontravam o escritor Bem Jonson registravam o evento como algo notável, mas possivelmente como pode alguém encontrar com Shakspere em alguma rua ou reunião em Londres e não registrar tal fato!?!
Bem, a explicação plausível para esses fatos é que o nome “William Shakspeare” tenha sido pseudônimo usado pelo autor, na tentativa de manter secreta sua identidade; as pessoas que se encontraram com o autor não o identificavam, portanto, como o grande William Shakspeare, obviamente, Shakspere, cujo nome era tão semelhante, não poderia ter-se escondido em lugar algum usando esse pseudônimo (percebam que escrevo SHAKSPERE – SEM O A; E SHAKSPEARE – COM O A; são pessoas distintas, vou juntar as peças daqui a pouco).

Dificuldade ainda mais séria da história oficial talvez seja a atitude com relação a Shakspere(sem a letra a) em Stratford-on-Avon. Apesar de considerado o maior escritor da Inglaterra e além disso ator muito conhecido, ninguém em sua cidade natal pareceu dar-se conta de que ele era um homem famoso e nem de que possuía alguma característica especial!

Isso se torna ainda mais extraordinário quando se lembra de que era pobre quando deixou Stratford e rico quando voltou, uma mudança que naturalmente tenderia a deixar curiosos seus amigos e vizinhos.
Fato é que durante sua vida nem um dos seus amigos ou vizinhos em Stratford, nem mesmo sua família jamais se referiu a Shakspere como ator, dramaturgo, poeta ou como alguém do meio literário.

Bem, e os originais das peças teatrais escritas pela mão do próprio Shakspere? Certamente provarão que ele era o autor.
Infelizmente não existem manuscritos das peças nem mesmo os primeiros rascunhos ou fragmentos, ou qualquer trabalho não publicado ou inacabado. Na verdade sem querer parecer genérico demais, além das seis assinaturas em documentos legais, NADA existe que tenha sido escrito por sua mão!

Não existem notas, apontamentos, lembretes, nem diários, uma só anotação pessoal feita por ele, nem uma simples carta comercial.
Tampouco seus primeiros biógrafos relatam ter visto qualquer linha escrita por ele.
Esse é o ponto que pretendia chegar: a julgar pelos indícios, Shakspere, longe de ser um autor, era quase ou mesmo totalmente analfabeto!
Outro ponto pertinente diz respeito ao fato de os pais de Shakspere, sua mulher e seus filhos serem todos analfabetos.

Naturalmente ninguém escolhe os pais, e ele poderia ter escolhido a companheira por motivos independentes de sua habilidade na leitura; parece quase impossível acreditar que um homem para quem a palavra escrita tinha tanto significado deixasse a prole sem aprender a ler e a escrever.

O fato é que se Shakspere (sem a letra a) foi de fato Shakspeare (com a letra a), então foi também o único autor proeminente na história cujos filhos eram analfabetos, concordam?
Quanto a seu testamento, o documento original ainda existe: três páginas listando detalhadamente suas propriedades, incluindo muitos legados específicos, mas em nenhum lugar menciona quaisquer poemas, peças teatrais, algum manuscrito, trabalho em andamento ou direito literário; nem livros ou papéis.

Não existe qualquer indicação de que ele gostaria que fossem publicadas suas peças inéditas (apesar de pelo menos vinte delas ainda não terem sido impressas) ou que tivesse alguma vez escrito uma peça ou feito um poema em sua vida. Portanto meus caros, é o testamento de um comerciante sem escolaridade e possivelmente analfabeto.
A morte de Shakspere em 1616 não foi mencionada por qualquer escritor na Inglaterra, nem mesmo por Bem Jonson que mais tarde afirmou ter sido grande admirador e amigo de William Shakspeare expressou qualquer tristeza quando seu amigo faleceu, não tendo sequer registrado o fato.

Sem dúvidas, os outros poetas da época não estabeleciam ligação entre o homem de Stratford e o grande dramaturgo.
Sinceramente esses argumentos para mim são conclusivos, não sendo necessária mais nenhuma prova de que Shakspere não era escritor e de que “William Shakspeare” era o pseudônimo usado para esconder a verdadeira identidade do autor que é justamente o conde Edward de Vere.
Contudo os argumentos não acabam aqui; existem fortes indícios de que Shakspere não era dramaturgo, apesar de o conteúdo dessas provas não ser crítico, no caso, contra ele.

Por exemplo, sabe-se que a maioria dos escritores e ficcionistas inclui em suas obras incidentes ocorridos na própria vida e que muitas vezes tais eventos constituem a trama central do enredo.
Outro argumento é o fato de o autor William Shakspeare (Edward de Vere) ter obviamente nível de educação extremamente alto, comprovado pelo seu abrangente vocabulário (muito maior do que de qualquer outro autor), sua intimidade com o latim e com o francês, seu perfeito conhecimento da terminologia legal e da literatura clássica. Todos concordam no entanto com o fato de Shakspere (não o autor) nunca ter freqüentado a universidade (como já expliquei), sendo mesmo duvidoso que tenha cursado a escola elementar.


Além disso, Shakspeare (Edward de Vere) revela simpatias pela aristocracia, pois parece que foi criado em seu meio, uma vez que demonstra familiaridade com os esportes aristocráticos.
Agora podemos lançar a grande pergunta: mas porque Edwar de Vere resolveu escrever suas peças e sonetos com o pseudônimo de William Shakspeare?
Simples, vamos aos fatos.
As peças teatrais de William Shakspeare contêm grande número de incidentes e personagens que podem ser claramente identificados em eventos, personalidades e situações da vida de Edward de Vere, vou exemplificar alguns deles.
  •          Havia, na época, forte tabu impedindo que os nobres escrevessem poesias para publicação ou peças para o teatro comercial.
  •        Edward de Vere era reconhecidamente íntimo da Corte, e muitas das peças abordavam a vida na Corte; se ele admitisse a autoria, as pessoas naturalmente (e com certeza, com razão!) acreditariam que os vários personagens das peças fossem paródias insultuosas de figuras reais. Hoje, esse tipo de obra é em geral aceita e provavelmente apesar de não muito amigável, não provocaria processos. Pelos padrões daquela época, entretanto, desencadearia pelo menos base para ações e, talvez, até duelos. Escondendo sua identidade, o conde Edward de Vere evitou esses problemas.
  •      Muitos dos sonetos de William Shakspeare são dirigidos a uma provável amante. Admitir a autoria seria, portanto, causa de constrangimento para sua esposa.
  •         Ainda pior, vários sonetos são dirigidos a um homem, e têm sido muitas vezes interpretados de modo a considerar o autor homo ou bissexual. Seja essa interpretação correta ou não ( e a maioria dos críticos metódicos do jeito que são acreditam que não), admitir-se autor dos sonetos provocaria um escândalo vergonhoso para sua família.


Em conjunto essas explicações podem na realidade configurar a explicação plena de por que de Vere escondeu sua identidade.
Contudo é possível que ele tivesse razões adicionais que jamais conheceremos.
Uma última pergunta: Por que Shakspere  foi considerado o autor das peças?
A menos que se aceite uma coincidência extraordinária, parece que alguém ou várias pessoas deliberadamente armaram uma farsa.
Quem teria feito isso e por quê?

Ainda que não se possa ter certeza da resposta para essa questão, a explicação mais provável é a de que a farsa foi executada pela família de Edward de Vere, quando decidiu, em torno de 1620, publicar a coletânea da sua obra, mas mantendo a identidade do autor em segredo.

Os motivos eram provavelmente muito semelhantes aos do próprio de Vere: medo de escândalo (e talvez outros motivos; por exemplo, promessa ao monarca).
Para aprimorar a farsa, teria decidido apresentar outra pessoa como sendo o autor.
Shakspere era a escolha óbvia como substituto, devido à semelhança entre os nomes. Além disso, como já havia falecido há vários anos, não poderia denunciar a fraude; e sendo pouco conhecido em Londres e menos ainda lembrado, poucos na cidade seriam capazes de perceber que a história era uma farsa.

A burla foi provavelmente fácil de ser executada. Bem Jonson, que preparou o poema do prefácio para a edição do primeiro livro, foi convencido a incluir algumas linhas cheias de ambigüidades indicando que o autor (não de forma descarada) era oriundo de Stratford-on-Avon.

Como a identidade de William Shakspeare foi sempre mantida em segredo, certas indicações de que ele era o homem de Stratford foram suficientes para dar início à história.

Ninguém na época estava muito interessado em apurar a verdade com cuidado, havia muito menos interesse por biografias literárias naquela época do que agora.
Quando a primeira biografia de Shakspeare foi escrita por William Rowe, em 1709, os que conheciam a verdade já estavam mortos, e o mito da autoria de Shakspere era aceito há muito tempo.

Como diz uma de suas citações em Hamlet: 






Ato I 



cena V




Após falar com o fantasma do pai, Hamlet pede que os amigos jurem que não contarão a nínguém o que viram. Horácio é um dos amigos.




Hamlet : "Recebamo-lo então como a estrangeiro. Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que pode sonhar tua vã filosofia. Jurai de novo, assim Deus vos ajude, por mais que eu me apresente sob um aspecto extravagante(...)"




Devido ao número de acessos a esta postagem resolvi colocar a assinatura de William Shakspeare, ou melhor, Edward de Vere.




Assinatura estimada em U$$ 5.000.000
Considerada a mais cara do mundo.







Até a próxima postagem sobre Guerra Fria, vou iniciar a série.  


Referência bibliográfica: 


O misterioso William Shakespeare 
Autor: Charlton Ogburn
Ano: 1984



14 comentários:

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  2. ghost_kadry@hotmail.com3 de agosto de 2010 15:52

    meu eu comecei a ler seu post atoa, vi ele no ocioso e eu estava sem nada pra fazer, me interessei pela insinuação de q Shakespeare nao fosse Shakespeare, apesar de nunca ter me interessado por Shakespeare, mas seu artigo prendeu muito minha atençao, durante a leitura arrumei muitas outras coisas pra fazer, mais fikei preso por um assunto q nunca me interessei, e baseado apenas em seu post (visto q nunca li nd sobre Shakespeare) tenho uma teoria, de que na verdade o pseudonimo Willian Shakespeare era usado nao somente por Edward mas tambem por varias outras pessoas da realeza ou q nao queriam por algum motivo serem identificados, isto explicaria seu vasto vocabulario e varios temas abordados como amor amante ou insinuaçoes homossexuais. bom e simplesmente uma teoria, e tambem gostaria de parabenizalo por ter prendido minha atençao otimo post

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  3. Obrigado, que bom que gostou da postagem, seus comentários são importantes pode ter certeza que enriquece meu trabalho.
    O objetivo do blog é justamente esse, levantar hipóteses e principalmente trazer curiosidades que despertem interesse na história.
    Boa leitura.
    Seja bem-vindo ao blog e volte sempre!
    Abraço!

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  4. Olá, estava pesquisando e encontrei seu blog no google. Adorei a matéria, faz pensar mesmo...a simples frase ser ou não ser já deixa com milhoes de significados..rsrs Eu gosto muito de pesquisar sobre histórias da arte, até penso fazer pós graduação em história da arte..(estou concluindo publicidade e propaganda). Vou passar sempre aqui para ver as matérias. Hum, ví no wiki que tem várias especulações sobre a "aparência física de Shakespeare" as fotos e tals, mas não cita quais, você sabe me dizer de algumas? Eu até cheguei a pensar que na verdade poderia ser uma mulher, já que naquela época elas sofriam demais, não tinha estudos também e etc...mas essa é uma das várias hipótes rsrs..

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  5. Excelente post!
    Um fato (?) que eu desconhecia e me deixou boquiaberto!

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  6. Obrigado, que bom que gostou. Seja bem-vindo ao blog e volte sempre.

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  7. No filme "Anônimo, que concorre ao Oscar de melhor figurino em 2012, Shakespeare é mostrado, tal qual,o que aqui se afirma.
    Fidedigno relato histórico!

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  8. Obrigado Milton pelo comentário! Pesquisei muito para escrever este post que é uma grande curiosidade. Volte sempre e tudo de bom. Abraço.

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  9. Queria dizer-lhe que achei deveras interessante este seu post sobre quem era realmente William Shakespeare. Realmente captou a minha atenção.
    Excelente trabalho!

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  10. Olá. Parabéns pelo post! Acabei de ver o filme Anonymous (http://interfilmes.com/filme_24612_Anonimo-(Anonymous).html) que fala exatamente sobre isso.
    Se você ainda não viu, vale a pena ver. Se viu, sabe do que estou falando. Abraço.

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  11. Parabéns pela postagem. Assisti o filme anonimus até altas horas... depois fiquei inquieto e fiz uma pesquisa (até agora 04:16)... acabei chegando no seu blog... A argumentação de que o Shakspere (com e) não era o autor da obra é muito convincente e inquestionável... e mesmo os que questionem que o Edward de Vere possa não ser o "único" que tenha escrito sob esse pseudônimo, certamente não terão dúvida de que o "com e" não escreveu uma linha da obra do "com a". Obrigado pela postagem. Moacir Lacerda

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  12. Moacir Lacerda eu que agradeço sua participação. Nesse caso concordo com você, pois o verdadeiro não passava de um analfabeto e obviamente não iria conseguir escrever nada.

    Sempre que possível trarei curiosidades históricas como essa do Shakspeare.

    Volte sempre e tudo de bom.

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  13. “ Anõnimo” – A Historia do verdadeiro Shakespeare!

    Hoje 5:10 da madrugada de 13.04.2013 Acabei de ver um filme na HBO, chamado apropriadamente de "Anônimo" dirigido por John Orloff. ( Ainda não sei quem o escreveu!)
    Aparentemente conta a historia do verdadeiro Shakespeare, Edward de Vere, que seria filho da rainha Elizabeth I e incestuosamente pai de seus 2 filhos, mandados executar por ela, por tentarem, aparentemente, depô-la, o que me pareceu que não era o objetivo de suas ações. Eram esses filhos, os Condes de Essex e de Southampton. Uma verdadeira tragédia!

    Alem dos motivos da grande mistificação, ( afinal durou cerca de 500 anos!) montada por De Vere ( que como nobre não poderia ser associado à criação de poesia e teatro!), para atribuir as peças escritas por ele a um negociante estróina, fugido por causa de dívidas de Stratford-on –Avon , depois co-proprietário de um Teatro ( The Globe”), no filme é também explicado o motivo do incendio do teatro The Globe, ( do qual Shakespeare era co-proprietário, ( O “Agita- Cenas” num trocadilho de seu nome feito por um dos seus desafetos!) Incendio esse executado a mando de Robert Cecil, conselheiro da Rainha numa tentativa de apagar a memória de Edward de Vere , e suas peças, assim como é revelado o papel do grande dramaturgo Ben Jonson,(*3) um de seus grandes rivais, como dramaturgo e o paradoxalmente o preservador das peças perseguidas pela família de De Vere e pelo conselheiro da Rainha, Robert Cecil.

    Este por sua vez, corcunda, era também filho do Conselheiro anterior ( e acredito que também era filho de Elizabeth I) aquele sim o verdadeiro Mentor Intelectual da Rainha , e o responsável original pela tentativa de que os filhos de Elizabeth , e em verdade seus netos, herdassem o trono, trama essa que os dois ( Essex e Sothhampton, acabam por levar por água abaixo (verdadeiros “Love Lost Works” – título de uma peça do Grande Bardo , em português : “Trabalhos de Amor Perdidos”!)

    O filme termina num belo comentário final do Mestre de Cerimonias como se fosse o Explicador de uma peça acabada de representar, ( na verdade Hamlet , representada pelo grande ator Shakesperiano da Época , Richard Burbage (*1) debaixo de chuva ( certamente uma referencia ao início de “Rei Lear” , que começa na chuva! , utilizando o cenário do atual The Globe (reconstruido há alguns anos), contando o destino dos principais personagens, de como As Peças sobreviveram e ao final da apresentação do filme, à guisa de Epígrafe da Vida de Edward de Vere , o Verdadeiro Shakespeare as belas palavras finais que sintetizam o destino do criador daquelas Obras Extraordinárias , comparáveis por muitos em beleza às da Bíblia (*2)

    " E sempre será lembrado, enquanto as palavras forem feitas de um sopro de vento e o sopro for feito de Vida!"

    Memorável.....!

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    Respostas
    1. Parabéns pela excelente explicação do filme, você me deu uma verdadeira aula. Já assisti ao filme e realmente é muito bom, agora um fato é que escrevi a postagem antes do filme ser lançado, por isso que não o indiquei neste espaço. Mais uma vez obrigado pelo excelente comentário e volte sempre ao blog, participações como a sua só fazem enriquecer ainda mais o meu trabalho. Fraterno abraço.
      Randerson Figueiredo.

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