TAPA NA CARECA DO "ZÉ".


Devido a questões de ordem técnica a postagem sobre 11 de setembro será adiada...

Isso não diz respeito ao fator tempo, mas ao processo eleitoral que até então tem se mostrado cômico.
Exatamente, comicidade, esta é a palavra que define o ritmo de campanha neste segundo turno.
Cito comicidade obviamente não me referindo à candidata Dilma Roussef, mas ao candidato tucano.

José Serra realmente está passando dos limites...

Sua caminhada à presidência é um verdadeiro martírio... coitado do candidato, uma simples bolinha de papel o fez marcar com o seu médico uma tomografia, sim, segundo o próprio José Serra, ele irá fazer esse exame (ontem mesmo assisti sua entrevista em um desses telejornais).

Não que eu seja a favor do ocorrido, mas sinceramente, a um ar que exala conspiração, e o pior, um ar de desespero gigantesco sem disfarces e que permite que a sociedade venha corroborar a péssima atuação não só do próprio candidato, assim como, do PSDB e definir de uma vez por todas quem é quem nesta história...

Segundo a assessoria de Serra, o candidato não se feriu.

Um pastor da Assembléia de Deus do Poder e Glória viu o momento do incidente. São tantos nomes esquisitos não é verdade? Vou escrever uma postagem sobre como é fácil criar um templo e as benesses que os pastores ganham ao criar “casas” de Deus...

Mas como estava me referindo ao pastor Paulo César Gomes, ele estava presente e afirma com todas as letras, que José Serra foi atingido e que inclusive estava o abraçando no momento “fatídico”.

A questão é que o presidente Lula fez uma comparação plausível e que não deixa de ser interessante do ponto de vista analítico.

O presidente comparou o fato, com a atitude do goleiro da seleção chilena de futebol Roberto Rojas, que em 1989 simulou um ferimento no Maracanã.
Rojas fez um corte no próprio supercílio, fingindo ter sido atingido por fogos de artifício. Resultado: foi desmascarado por fotos que mostravam que o rojão havia caído longe dele.

Dirigente do PT diz lamentar o ocorrido

O secretário-geral do PT, deputado José Eduardo Cardozo, disse lamentar o incidente, mas afirmou que o partido não estimula a violência.
"Eu lamento o incidente. Isso não é bom. Em momento algum o nosso partido incentiva esse tipo de ação. Agora, essa campanha instiga o ódio e isso não parte de nós. Infelizmente, foram eles que começaram essa campanha de ódio. Mas somos contra qualquer ato de violência e não aceitamos ações como essa".

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